segunda-feira, 11 de maio de 2015

O Natal está chegando....

É verdade!!!! Está chegando sim!!! Mais uma piscada de olhos e o Natal já está aí. Pensa bem: nem bem o ano começou e já estamos em maio.... daqui a pouco já é hora de enfeitar a casa para as festas de fim de ano.
E quem não gosta de decorar a casa para o Natal???
EU ADORO!!!! Adoro montar a árvore de Natal, colocar na porta de casa uma guirlanda bem bonita, enfeitar cada cantinho com um Papai Noel ou uma rena de tecido diferente (tudo feito nas aulas com a Marisa, é claro), decorar o sofá de casa com almofadas com motivos Natalinos, arrumar a mesa de jantar com uma toalha de patchwork... ai que delícia!!!

E já com o pé no espírito do Natal... já pensando na decoração de casa para as festas de fim de ano, vejam que coisa linda a mais nova coleção de tecidos da “Marias do Brasil”:



Coleção Clima de Natal

A “Marias do Brasil” é uma empresa fundada por um grupo de mulheres de Curitiba, todas apaixonadíssimas por patchwork, que possui exclusivas estampas bastante delicadas.
A empresa lançou sua primeira coleção de tecidos em 2014 e, neste ano de 2015, até o corrente mês de maio, já lançou quatro diferentes coleções, todas muito fofas.
O mais recente lançamento é a coleção “Clima de Natal”, composta de um tecido estampado com casinhas e árvores de Natal, um tecido barrado e um tecido com painéis.... os tecidos podem, e devem, ser usados em composê na montagem de panôs, de almofadas, de trilhos de mesa, de toalhas de mesa, de jogos americanos e de tantas mais outras peças.... é só imaginar.
Vejam os exemplos de montagem de lindas almofadas e panôs utilizando os tecidos da coleção "Clima de Natal":





fotos extraídas do facebook Marias do Brasil

Na loja "Armazém dos Paninhos" é possível encontrar os tecidos da "Marias do Brasil".
Em breve vou postar fotos dos nossos trabalhos feitos com os tecidos da coleção "Clima de Natal".
Então é isso... Beijos e até mais.

domingo, 10 de maio de 2015

Boas Novas: Curso de bordado francês

Nos dias 11, 12 e 13 de junho, próximos, a loja Armazém dos Paninhos terá o prazer de receber a doce Muriel Dias.
Muriel é apaixonada por bordado tradicional francês e é proprietária da loja “Le Petit Atelier”, instalada em Florianópolis.
Muriel veio da França para o Brasil em 2007. Em 2009, a conquista da concretização de um sonho: Muriel inaugurou sua loja “Le Petit Atelier”, a fim de ministrar cursos de bordado e de costura básica. Desde então o sonho de Muriel só cresceu. Seus cursos extrapolaram os limites de Florianópolis e Muriel passou a ensinar o tradicional bordado francês para interessadas em diversas outras cidades Brasileiras.
A loja “Le Petit Atelier” é referência em produtos destinados a quem ama a arte de bordar. A loja é revendedora exclusiva das marcas francesas UN CHAT DANS L’AIGUILLE© e BOHIN©.
Muriel participa com sua loja de diversos eventos e feiras de artesanato, e, nesta última 9ª edição da “Brazil Patchwork Show”, lá estava a “Le Petit Atelier”.
E foi nesta oportunidade, na Brazil Patchwork Show, que Muriel e eu, em uma breve, porém deliciosa conversa, decidimos trazer para Pindamonhangaba seu famoso curso de bordado francês.
E é por isso que eu digo que, com imenso prazer, nos dias 11, 12 e 13 de junho, o “Armazém dos Paninhos” receberá Muriel Dias.
O curso de bordado será ministrado das 9 ás 12hs e das 14 às 17hs, durante estes três dias. As vagas são para 10 alunas.... e quer saber? Tão logo eu anunciei o evento, as vagas esgotaram.
Ai, não vejo a hora!!!! Estou ansiosa por este encontro... ansiosa, primeiramente, porque acho que vai ser uma festa danada. Imagina só: serão dez alunas loucas pela Muriel e por bordado, mais a Muriel, mais eu e mais a Cris, por três dias inteirinhos lá na loja???!!! Além de muito bordado, certamente vai rolar muita conversa, muita risada, muita animação...conclusão, uma verdadeira festa!!!
Segundamente, estou ansiosa em ver os bordados da Muriel, as linhas, os linhos, os kits....sim, Muriel vai trazer pro Armazém dos Paninhos muitos produtos da “Le Petit Atelier”.... e eu amo muito isso tudo....
Eu acho que vai ser um encontro maravilhoso... mas pode deixar.... vou postar tudo o que rolou no encontro aqui no blog.
Bom, enquanto isso, resta-nos ficar com a "Le Petit Atelier" virtual:  http://www.lepetitatelier.com.br/index.php
Beijos a todas e até mais.

Muriel e seus bordados

Exemplo dos kits de bordado vendidos no Le Petit Atelier


domingo, 3 de maio de 2015

Uma Casa Bandeirista em plena av. Brigadeiro Faria Lima


Eu A-DO-RO História; pra mim, esta sempre foi uma matéria fácil na escola, sempre tirei boas notas. Sou louca por livros que trazem em seu conteúdo dados históricos, fatos da evolução da civilização, dados que demonstram os costumes de cada época....
E, evidentemente, também sou apaixonada por construções antigas, objetos e utensílios, roupas, fotos, enfim, tudo o que, de certa forma, complementa a compreensão da História da humanidade.
E quem gosta disso tudo acaba sempre tendo um olhar diferente sobre o cotidiano (esta é minha singela opinião...). Eu acredito que apaixonados por dados históricos acabam sempre ficando mais atentos a algumas coisas... a alguns detalhes... tanto assim que, uma casa antiga, para alguns, é apenas uma casa antiga....mas, para outros, para os apaixonados pela História, uma casa antiga se torna uma agradável surpresa e, inclusive, um ponto de partida para novas pesquisas a respeito do assunto.
Por exemplo, estava eu caminhando em plena Av. Brigadeiro Faria Lima, situada em um dos mais importantes centros comerciais e financeiro da cidade de São Paulo, quando, meio a um vão livre imenso existentes entre dois blocos de um prédio comercial, avistei, justamente, uma casa antiga.
Fui correndo até lá para ver do que se tratava. A cena é surreal. Pois, quem da Avenida Brigadeiro olha em direção ao tal prédio comercial, o que se verifica é uma estrutura arquitetônica bastante moderna, toda espelhada, linda, poderosa, constituída de dois blocos, interligados por uma passagem, construção esta que forma um vão. O piso abaixo deste vão é rampado e gramado; tudo muito bem cuidado e, lá no alto, muitas árvores em torno de uma casa antiga. A casa não é pequena, não. Modesta, simples, com janelas e portas largas, de batente de madeira, telha de barro, pintada de branco.
Que contraste visual lindo.
As árvores em torno da casa são bem suntuosas, parecem que estão por ali já há bastante tempo.
Existe também, próximo à casa, algumas ruínas. é possível verificar que tratavam-se tais ruínas de alguma construção de barro.
Bom, fui procurar saber do que se tratava, afinal.... que casa antiga era aquela, no meio de uma construção comercial tão moderna.
Descobri que se trata de uma casa bandeirista, tombada em 1982, pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat).
Segundo dados obtidos junto à construtora responsável pelo prédio comercial e pela restauração da casa bandeirista, esta é uma obra que data do século XVIII, construída em taipa de pilão e é um dos seis únicos exemplares remanescentes do Ciclo Bandeirista na capital paulista.
A casa bandeirista, assim chamada por que pertencia a famílias de bandeirantes, possui nove cômodos, mas, infelizmente, ainda não é permitida sua visitação interna. No entanto, um passeio no entorno do imóvel sugere uma boa noção do estilo de vida da época.
Fiquei muito feliz em constatar um bom exemplo de convivência pacífica entre o moderno, o novo e a preservação de nossa História.
Que eu encontre outros exemplos como este....

Fotos que tirei do lugar








segunda-feira, 27 de abril de 2015

Seção "Mimo" - edição de hoje: carteiras!!!

Oiiii,

Pois é. Já passam das 01:34 da madrugada. Não consigo dormir... às vezes a insônia me pega de jeito. Quando isso acontece eu costumo assistir televisão.... nada que um bom filme ou um seriado americano não resolva.
Mas, como agora sou responsável por um blog, minha cabecinha vive pensando nele... e, assim sendo, já que o soninho não vem mesmo, que tal aproveitar o tempo livre, a casa no silêncio, a oportunidade de não ter telefone tocando, nada atrapalhando e... PUBLICAR NO BLOG!!!!! Hehehehe.... 
Então, pensei numa coisa: periodicamente, publicarei neste blog um assunto específico, a ser tratado em uma seção, batizada de "Seção "Mimo"".  
A Seção "Mimo" irá abordar, como tema principal, presentes, regalos, mimos, meiguices, afagos.... ou seja, pequenos luxos que encantam nossos olhos e afloram nossos desejos (rsrsrsrs).
Irei procurar em todos os mais variados lugares estes mimos. E pode ser qualquer coisa que nos faça enlouquecer, desde que seja artesanal. Sendo assim, caso vocês tenham uma dica e queiram compartilhar conosco, sintam-se à vontade. É só nos enviar um comentário ou um e-mail. Podem postar lá no facebook também. O que é "mimo" é pra se mostrar!!!
Esta Seção "Mimo" inaugural traz como tema uma peça de primeira necessidade: "carteira". 
Sim, aquela carteira que leva nossa vida toda lá dentro, desde cartões de crédito, até foto dos familiares; das moedinhas de 10 centavos às figas de proteção; de um papelzinho com o telefone de alguém que não lembramos de quem é aos cupons fiscais de compras do supermercado. Ah, mas também tem a carteira sucinta - aquela que é só para um batom, um celular, pouquinho dinheiro, cédula de identidade e olha lá!!
E escolhi inaugurar a Seção "Mimo" com este acessório porque, hoje, recebi a ligação de uma senhora que dizia apreciar muito carteiras de pano, feitas artesanalmente.
É bem verdade que lá na loja Armazém dos Paninhos, estamos com pouquíssimas opções de carteiras (desde a páscoa nossa produção está meio devagar), mas, apresento a vocês os trabalhos de duas amigas do Armazém, que normalmente disponibilizam suas peças à venda lá na loja. 
Uma das carteiras, da "Carol que Fez", é bem completa, com espaço para dinheiro, cartões e moedas. A outra, "da Alyne", é mais "slim", mas absolutamente prática para qualquer circunstância. É questão de gosto, de estilo e de ocasião.
Então fica combinado assim: a qualquer momento teremos mais uma seção "Mimo".
E quem sabe agora vou dormir....
Bjs.

Carteira "Carol que Fez" - bege - R$49,90



Carteira "Carol que Fez" - colorida - R$49,50



Carteira "da Alyne" - colorida - R$35,00





sábado, 25 de abril de 2015

Amo muito tudo isso!!!

Hoje vim falar sobre o amor... uma necessidade imensa de escrever sobre o tema tomou conta de mim.
O dicionário Aurélio destaca, dentre as várias definições de “amor”, o “Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro, ou a uma coisa”.
Também é possível encontrar em outros textos sobre o tema a afirmação de que o amor é o sentimento que provoca verdadeiro entusiasmo por algo.
Em obras literárias acadêmicas, de autoria de renomados psicólogos, verifica-se que o amor é fundamental à natureza humana, ou seja, é um sentimento característico do ser humano, e que tanto pode decorrer de uma experiência determinada, como surgir de forma inexplicável. (Greenberg & Paivio, 1997)
Considerando tudo o que foi escrito até agora, pode-se dizer que, em razão de um dado acontecimento, ou de forma totalmente inexplicável, nós, seres humanos, desenvolvemos um sentimento em relação a outro ser ou a uma coisa que, devida a sua intensidade, nos desperta dedicação e um estado de grande alegria. É, isso é o amor!!!
Nos últimos três dias experimentei um amor, totalmente inexplicável, que surgiu não sei como, não sei de onde, por um ser muito fofo: um filhote de gato recém nascido.
Meu marido e eu encontramos o filhote abandonado no jardim da minha casa... coitadinho, ele era tão pequeno, tão novinho, que ainda estava com os olhinhos fechados. Não tivemos coragem de virar as costas pra ele. Enrolamos o filhote em um pano e fomos procurar saber o que poderíamos fazer por ele...
Uma amiga nossa, que é veterinária, nos ensinou a cuidar do filhote. Primeiramente, era necessário alimentá-lo (ele estava desesperado de fome – gritava muito). Compramos leite em pó específico para gatos recém nascidos e mamadeira.
A alimentação precisaria ser feita a cada 2 horas.... e tanto eu, quanto o filhote, teríamos que aprender a utilizar a mamadeira. Não foi muito fácil fazer com que ele se acostumasse a se alimentar daquela forma... e pra mim, que nunca tinha pego em um bichinho tão pequeno e frágil daquele jeito, era absolutamente desastroso manusear o gatinho e a mamadeira, tudo ao mesmo tempo.
Mas, depois de algumas tentativas, nós demos bem. E era uma delícia ver ele se alimentando nas minhas mãos. Por conta da periodicidade das mamadas, passei a acordar no meio das noites para alimentá-lo... e que saber? Isso não era sacrifício nenhum pra mim. Fazia com tanto prazer....
Ah, outra instrução dada pela veterinária: era preciso manter a temperatura do corpo do filhote estável. Para isso meu marido improvisou uma estufa, feita com caixa de papelão e lâmpada. Ali ele ficava o dia e a noite toda... bebês gatos dormem muuuito. Na verdade, não fazem outra coisa a não ser dormir e mamar.
E, por fim, havia o inusitado tópico das necessidades fisiológicas. Pois é, a veterinária me explicou que filhotes recém nascidos só fazem as necessidades quando são estimulados pelas lambidelas da mãe. E, assim, era preciso que eu substituísse a gata mãe nessa função.
Com um pedaço de algodão ou gaze, embebido em água morna, era preciso que eu massageasse a barriguinha do pequeno e, também, o “orifício de saída”, se é que você me entende??!!
E acha que isso foi difícil pra mim? Não. Não foi. Eu alimentava o filhote, massageava sua barriguinha (e outros locais determinados), esperava ele fazer suas necessidades, limpava o danadinho, trocava o paninho da estufa e, ainda, conversava com ele.
Estava tão entusiasmada com a “cria”... Ah, o nome dele foi dado pelo meu marido.. ele era o Corneta. Quando ele estava berrando de frio e fome, o barulho que ele fazia era parecido com de uma corneta. Por isso o nome.
Mas o destino aprontou comigo... e da mesma forma que o Corneta apareceu, ele se foi. Sem gemer, sem gritar, sem dar nenhum sinal. Morreu três dias depois que o encontramos.... Nossa, fiquei mal, muito mal. Chorava como criança. Em tão pouco tempo, criei um sentimento pelo filhote, inexplicável.
Percebi, então, que o tal do amor me arrebatou.
Percebi que, de fato, precisamos sempre estar em contato com aquele sentimento que nos movimenta, nos impulsiona, nos torna alegres e vivos... seja o amor por uma pessoa, um bichinho, uma atividade, uma profissão, uma fé.... seja pelo que for, precisamos nos inundar de amor... isso porque tal sentimento é uma característica nossa, do ser humano. É inerente à nossa existência.
E porque dizemos que amamos artesanato? Porque é algo que nos traz alegria e entusiasmo. Desperta dedicação, movimento, força. Nos dá energia.

Sendo assim, vamos amar.
Este é o Corneta, dormindo em meu braços depois de mamar.


Eu Amo Artesanato...


domingo, 19 de abril de 2015

"Renata Blanco" no "Brazil Patchwork Show"

Olá, acabei de publicar um post sobre minhas impressões da 9ª edição da Feira "Brazil Patchwork Show".... e cá estou eu pra falar, mais especificamente, de uma das atrações do evento: "Renata Blanco".
A Renata Blanco é artista plástica e empresária. Ela é dona de um negócio voltado para a produção e venda de tecidos cuja estampas são criadas pela própria Renata. E seu trabalho tem uma característica predominante: o uso de cores vibrantes.



Os tecidos "Renata Blanco" são únicos e inconfundíveis. Desenhos e estampas lúdicas e muito coloridas inspiram alegria, modernidade, vivacidade e sugerem tecidos que podem ser utilizados em decoração, em roupas e acessórios, em bolsas, carteiras, mochilas e, até mesmo, em sapatilhas.... isso mesmo! Na Feira deste ano foi possível constatar o lançamento de sapatilhas maravilhosas cobertas com os tecidos coloridos da coleção "Renata Blanco". (vide foto)



 E pra quem acha que estampas diferentes não podem ser utilizadas em um mesmo trabalho, Renata Blanco desmente o mito. O uso e o abuso de mais de um tecido em uma única peça é perfeitamente permitido e, porque não dizer, obrigatório.
As peças que Renata Blanco apresenta para mostrar sua coleção sempre são feitas com mais de uma estampa. Veja a foto abaixo, publicada pela própria artista.... trata-se de uma bolsa, ma-ra-vi-lhosa, feita com duas estampas bem diferentes.


E olha esta outra bolsa... foto também publicada pela própria Renata.



É fato que, embora as estampas sejam distintas, o que se percebe nas coleções de tecidos criados pela Renata Blanco é que a gama de cores são coordenadas. Ou seja, em 3 ou 4 estampas diferentes, sempre encontramos as mesmas cores, permitindo, assim, que a mistura dos tecidos em um único trabalho fique harmoniosa.
O Patchwork, que originariamente é o trabalho manual feito pela emenda de pedaços de tecidos, permite que os tecidos "Renata Blanco" se transformem em peças lindas e exclusivas.... basta você escolher duas ou três estampas diferentes, observando que cada uma das estampas contenha, ao menos, uma única cor em comum. Pronto, este detalhe já basta para um resultado harmônico.
A Renata Blanco possui uma loja, e seu espaço é todo decorado com seus tecidos.... almofadas, cortinas e bolsas enfeitam o espaço.... e parece que, para a Renata, quanto mais colorido, melhor... (vide foto abaixo).


Encontrei algumas ideias de aplicação dos tecidos "Renata Blanco" em decoração de quarto de bebê (Revista Decora Baby) e como revestimento de parede (Revista Casa e Jardim).





Eu sou muito fã da Renata, e aprendi a trabalhar com seus tecidos. Vi que é perfeitamente possível misturar várias cores e estampas em uma única peça, e obter um resultado muito sofisticado.
É isso. Bjs.



9ª Brazil Patchwork Show

Entre os dias 15 e 18 de abril, diversas empresas do setor de patchwork, quilting e bonecas de pano participaram da Feira "Brazil Patchwork Show" que, neste ano de 2015, chegou a sua 9ª edição.
Desde a 3ª edição, isso em 2009, minha mãe e eu visitamos o evento. Ainda hoje tenho guardado o canhoto do ingresso da minha 1ª visita ao "Brazil Patchwork" (vide foto - é bem verdade que está todo amassado e meio rasgado...mas, ainda assim, o papelzinho é guardado com muito carinho) .


O "Brazil Patchwork Show" proporciona às amantes do mundo "patch e companhia limitada" a oportunidade de conhecer as novidades em tecidos e outros materiais essenciais à execução de nossos trabalhinhos manuais, bem como de conferir os lançamentos de peças e projetos. Neste evento é possível ter acesso à produtos e empresas de outros Estados Brasileiros e constatar que a criatividade não tem fim.
Neste ano, na última quinta-feira, dia 16/04, minha mãe, eu, e mais 13 amigas, fomos para a Feira.
Eu, que visitei o evento com a visão de lojista, gostei do que vi.
Amei os lançamentos das coleções de tecidos nacionais das empresas paulistas "Renata Blanco" e "Fuxicos e Fricotes" e das coleções de tecidos importados distribuídos pela "Toke e Crie". Gostei, mais ainda, das ideias de utilização dos tecidos que estas empresas levaram para o evento (vide fotos abaixo).
Adorei ver o "stand" da empresa instalada em Florianópolis - SC, "Le Petit Atelier", especializada em bordado e aviamentos franceses.
Não cansei de namorar os trabalhos de patchwork da "Samar Kauss", lá de Londrina - PR; os da "Cris Mazzer", de Campinas - SP, que expôs lindas peças de roupas confeccionadas com tecidos cujas estampas são criadas pela própria Cris; as bonecas perfeitas da Silmara, criadora da empresa "Jullie Annie Dolls"; os projetos de bolsas da super simpática "Ana Cosentino"; as ideias inspiradoras da blogueira "Lu Gastal".... nossa, tinha muita coisa lá no evento pra namorar, ver, admirar....
E sabe do que mais??? Reencontrei conhecidas e amigas que, somente nestes eventos, temos a oportunidade de matar as saudades. E fiz novas amizades.... o que é muito bom.
Agora é esperar a próxima Feira. Em breve vou postar aqui o calendário dos principais eventos do setor.
Enquanto isso, abaixo seguem algumas fotos do que constatei na 9ª edição do "Brazil Patchwork Show". Bjs


"Stand" da Renata Blanco



Sugestões de utilização das coleções de tecidos importados Toke e Crie


Ideias inspiradoras da Lu Gastal para a revista Make, da Rita Paiva